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Dúvidas sobre empréstimo

Consignado para quitar o cartão de crédito: vale a pena? Veja quando compensa

Entenda se trocar a dívida do cartão de crédito por um empréstimo consignado vale a pena, quanto dá para economizar e em quais situações isso NÃO é uma boa ideia.

Gabriel Sossai1 min de leitura
Senhora usando o celular sentada na poltrona
Neste texto5 partes · 1 min
Em resumo
  • O rotativo do cartão é uma das dívidas mais caras do Brasil; o consignado tem juros bem menores.
  • A ideia é usar o consignado para quitar a fatura e passar a pagar parcelas fixas, descontadas direto do benefício ou salário.
  • Só compensa se a parcela couber no orçamento e você não voltar a usar o cartão, senão fica com as duas dívidas.

A fatura do cartão chegou, você não conseguiu pagar tudo e caiu no rotativo. No mês seguinte, a dívida parece ter crescido sozinha. Se isso já aconteceu com você, não está sozinho: o rotativo do cartão é uma das dívidas mais caras do Brasil.

Uma saída que muita gente considera é usar o consignado, que tem juros bem menores, para quitar a dívida do cartão de uma vez e passar a pagar parcelas mais baratas. Mas será que sempre vale a pena?

Por que a dívida do cartão de crédito é tão cara?

Quando você não paga a fatura inteira, entra no crédito rotativo, e ele cobra alguns dos juros mais altos do mercado. Em pouco tempo, uma dívida pequena vira uma bola de neve.

A diferença de juros é tão grande que, muitas vezes, trocar a dívida cara por uma barata já resolve metade do problema.

Como funciona trocar a dívida do cartão pelo consignado?

  1. Contrate o consignado

    Você contrata um consignado, com juros muito menores que os do rotativo.

  2. Quite a fatura do cartão

    Use o dinheiro para quitar a dívida do cartão de uma vez.

  3. Pague em parcelas fixas

    Passe a pagar o consignado em parcelas fixas, com desconto direto no benefício ou salário.

Ou seja: a dívida não some, mas fica mais barata, organizada e previsível.

Quando vale a pena e quando não vale?

Vale a pena quando
  • Você está preso no rotativo pagando juros altíssimos.
  • A parcela do consignado cabe no seu orçamento.
  • O objetivo é organizar e encerrar a dívida, não criar uma nova.
Não compensa quando
  • Você vai voltar a usar o cartão depois de quitá-lo.
  • A parcela do consignado aperta demais o seu mês.
  • A dívida do cartão já está perto do fim e é pequena.

Crédito consciente: o ponto mais importante

Trocar uma dívida cara por uma barata é uma decisão inteligente, desde que seja o fim do ciclo de endividamento, e não o começo de outro. Antes de contratar, confira se a parcela cabe no seu orçamento e se você não vai comprometer demais a sua renda.

Para não exagerar no comprometimento do benefício, vale entender como funciona a margem consignável:

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Perguntas frequentes

Vale mesmo a pena trocar a dívida do cartão pelo consignado?

Na maioria dos casos sim, porque o juros do consignado é muito menor que o do rotativo. Mas só compensa se a parcela couber no seu orçamento e você não voltar a usar o cartão.

Se eu quitar o cartão com o consignado, posso continuar usando o cartão?

Pode, mas é justamente aí que muita gente se enrola. O ideal é segurar o uso até reorganizar as contas.

Vou pagar menos no total?

Na prática, costuma sair mais barato porque os juros são menores. Compare sempre o custo total (CET) das duas opções antes de decidir.

É melhor consignado ou renegociar direto com o banco do cartão?

Depende. Às vezes o banco oferece um bom parcelamento. Vale comparar as duas saídas e escolher a de menor custo.

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Escrito porGabriel Sossai

Troque a dívida cara por uma mais barata.

Veja quanto fica a parcela do consignado para quitar o cartão e se ela cabe no seu orçamento. Simule grátis.

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